Allseg e Brick: transformando conhecimento operacional em decisões mais rápidas no sinistro viagem

Como Allseg e Brick transformaram o conhecimento da operação em um fluxo automatizado que reduziu de até uma hora para minutos a análise de sinistros viagem.

Man Co-Founder & CEO

Vinicius Schroeder

Co-Founder & CEO

Depois de meses trabalhando lado a lado com a Allseg, reunimos parte dos times em um jantar para celebrar um resultado que já está na operação: a análise de sinistro viagem que podia levar até uma hora passou a acontecer em minutos.

Foi uma noite para olhar para o que construímos juntos, trocar experiências e reconhecer quem esteve envolvido em cada etapa dessa jornada.

Estiveram conosco Tamiris Leticia, Olívia Caldeira, Camila Barbosa e Marcelo Bacalhau, além de todo o time Allseg que participou de perto do projeto.

Mas, para entender o que estávamos celebrando, é preciso voltar para o processo.

O analista não deveria começar do zero

Uma análise de sinistro envolve uma série de informações antes de chegar à decisão.

No seguro viagem, o time precisa entender o evento, analisar documentos, verificar as condições da apólice e aplicar as regras que determinam como aquele caso deve ser tratado.

Na prática, isso significa percorrer diferentes etapas, reunir informações e interpretar o caso antes de tomar uma decisão.

Na Allseg, esse processo podia levar até uma hora.

O nosso trabalho começou justamente aí: entender onde esse tempo estava sendo consumido e o que poderia ser estruturado para que o analista recebesse o contexto necessário de forma mais rápida.

A inteligência já estava na operação

A resposta não estava em criar uma nova forma de analisar sinistros pois ela já existia dentro da Allseg.

Estava no conhecimento de quem fazia a análise, nas regras utilizadas pela equipe, nos critérios considerados em cada caso e nos caminhos que o processo seguia dependendo das informações encontradas.

Por isso, antes de construir o fluxo, mergulhamos na operação.

Entendemos como os casos eram analisados, quais informações precisavam ser consideradas, quais regras orientavam cada decisão e onde estavam as etapas que mais consumiam tempo.

Da experiência de cada analista a um processo comum

A partir desse mapeamento, colocamos o processo da Allseg dentro de um fluxo automatizado.

As regras e os critérios levantados com o time passaram a fazer parte da lógica do fluxo. As informações necessárias para a análise são organizadas e interpretadas ao longo do processo, seguindo a forma como a própria Allseg definiu que aquele caso deveria ser avaliado.

É aqui que a tecnologia começa a fazer diferença.

O processo que antes dependia de uma sequência de consultas e atividades manuais passa a executar essa lógica de forma estruturada.

O conhecimento da operação deixa de estar somente na experiência das pessoas e passa a fazer parte do sistema.

Isso permite que a tecnologia execute o que foi definido pelo negócio e entregue ao analista um caso mais contextualizado para sua avaliação.

Colocando a decisão para rodar

A partir desse mapeamento, colocamos o processo da Allseg dentro de um fluxo automatizado.

Durante o trabalho, encontramos um ponto importante: o processo de análise já existia, mas parte dele era executada de formas diferentes, por pessoas e em etapas separadas da operação.

Nosso trabalho foi reunir essas diferentes formas de fazer, entender o que havia em comum entre elas e estruturar esse conhecimento em um único fluxo.

As regras e os critérios levantados com o time passaram a fazer parte dessa lógica. As informações necessárias para a análise são organizadas e interpretadas ao longo do processo, seguindo os critérios definidos pela própria Allseg.

Na prática, um conhecimento que estava distribuído na operação passou a estar concentrado em um processo único, estruturado e automatizado.

Não mudamos a forma como a Allseg entende seus sinistros, ajudamos a transformar diferentes formas de executar essa análise em um fluxo único, com a lógica do negócio organizada para rodar.

Cada operação tem uma forma de decidir

Quem trabalha com seguros sabe que não existe uma única maneira de analisar um sinistro.

Duas seguradoras podem receber o mesmo tipo de ocorrência e seguir caminhos completamente diferentes até chegar a uma decisão. Podem consultar informações diferentes, aplicar critérios diferentes, envolver áreas diferentes e até organizar as etapas da análise de maneiras distintas.

Isso também acontece dentro da própria seguradora.

Ao longo do tempo, cada operação desenvolve seus próprios caminhos. Parte do conhecimento fica na própria rotina de quem analisa os casos.

Quando processos crescem dessa forma, é comum que uma mesma atividade seja realizada de maneiras diferentes dependendo de quem a executa ou de onde ela acontece.

Foi o que encontramos ao olhar de perto para o processo da Allseg.

O desafio não era ensinar a Allseg a analisar sinistros, mas sim reunir as diferentes formas como esse conhecimento era aplicado e transformar tudo isso em um processo único e estruturado.

Essa característica é especialmente importante quando falamos de tecnologia para seguros. Uma solução precisa se adaptar à lógica da operação, porque é justamente essa lógica que determina como a decisão acontece.

Por isso, antes de automatizar, é preciso entender.

E, depois de entender, transformar esse conhecimento em uma estrutura que possa ser executada pela tecnologia, acompanhada pelo negócio e ajustada quando a operação mudar.

No projeto com a Allseg, foi esse caminho que seguimos: partimos da forma como o time já trabalhava, organizamos as diferentes etapas e critérios e colocamos esse processo para rodar em um fluxo único.

A tecnologia passou a executar uma lógica que já existia na operação, mas que antes estava distribuída em diferentes formas de fazer.

Feito por quem vive a operação

Depois de meses acompanhando de perto o processo da Allseg, reunimos quem participou dessa construção para celebrar o resultado.

O jantar foi uma oportunidade de olhar para o caminho que percorremos juntos e, principalmente, reconhecer quem trouxe para o projeto o conhecimento de quem vive a operação todos os dias.

Foi a partir dessa proximidade que conseguimos entender as diferentes formas de executar o processo, organizar essa lógica e colocá-la para rodar em um único fluxo.

É assim que acreditamos a próxima geração de inteligência em decisões de risco: a tecnologia parte do negócio, incorpora o conhecimento de quem vive a operação e transforma essa inteligência em processos que conseguem rodar.

E essa construção está só começando.